sexta-feira, 13 de março de 2015

Newsletter #5

Ambiente e Território #5
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Newsletter n.º 5, Fev 2015

Ambiente e
território

Defendemos a sustentabilidade, o uso eficiente de energia e uma consciencialização ambiental e territorial para Portugal.

ORGANIZÁMOS

ACONTECEU...
NA FAUL
A MOBILIDADE E O SECTOR DOS TRANSPORTES
Decorreu no dia 19 de Fevereiro na FAUL a sessão de debate “A Mobilidade e o Setor dos Transportes”, inserida num ciclo de sessões promovido pela sessão de Ambiente e Território - PS FAUL, com a participação de perto de 100 pessoas, entre as que estiveram presentes fi sicamente e as que assistiram via o canal streaming disponibilizado.
As questões energéticas, a co-modalidade, as interfaces, o modelo de gestão dos transportes, com municipalizações ou concessões, bem como a sua íntima relação com o território e o ambiente foram alguns dos temas abordados. Foram partilhados ainda testemunhos de autarcas dos municípios da Amadora, Vila Franca de Xira, Cascais e freguesia de Olivais.
ACONTECEU...
EM SANTARÉM
Compromissos para uma nova visão sobre o território
“O governo encerrou serviços e abandonou as populações. Isso aconteceu na justiça, como aconteceu na educação e como aconteceu na saúde” acusou a 28 de fevereiro António Costa no encerramento do Encontro Nacional Valorizar o Território, realizado em Santarém.
António Costa no discurso final, falou de algumas propostas resultantes do encontro: a criação de uma Unidade de Missão de Valorização do Interior a funcionar junto do Gabinete do Primeiro-Ministro, a democratização das CCDR com a eleição dos seus órgãos executivos pelos autarcas, a legitimação popular das Áreas Metropolitanas, uma maior participação das autarquias na despesa pública fazendo convergir com a média da União Europeia e um Programa de Reabilitação Urbana financiado por uma mobilização parcial do Fundo da Segurança Social e orientado para a eficiência energética e para um programa de habitação a rendas acessíveis à classe média.
ACONTECEU...
EM CASCAIS
Promovida pelo DFMS, domingo, 8 de março, foi assinada a "Carta da Igualdade" no Museu Paula Rego em Cascais.  Esta iniciativa é um marco histórico no PS e em Portugal. A Secção de Ambiente e Território esteve presente e saúda a iniciativa. A carta pode ser lida aqui

Leia, informe-se
ACÇÃO SOCIALISTA
Diariamente às 17h

FAUL ACÇÃO 4
Download aqui


Car@ Camarada,
Depois do salto em 1987, em que o enfoque mundial sobre o desenvolvimento passou a integrar o ambiente, surgindo o conceito de desenvolvimento sustentável, hoje, as prioridades na Europa começam a centrar-se na promoção da economia circular. Esta procura, numa abordagem conjunta com a investigação e a inovação, incentivar a criação de mais valor com menos recursos, ou seja, trocar o conceito de fim-de-vida dos sistemas e produtos pelo de lhes dar uma nova vida, o que só será possível com sinergias e estreitamento das relações em rede.

O Portugal 2020 é o instrumento que define os investimentos e as prioridades de financiamento com vista a promover o crescimento inteligente, sustentável e inclusivo dos próximos anos em Portugal e incluindo este conceito de economia circular, em particular no PO SEUR (Programa Operacional para a Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos). Infelizmente, mesmo apesar da situação financeira do nosso País, a abertura de candidaturas no POSEUR tardam em arrancar, tendo só recentemente sido publicada a respectiva regulamentação. 
Boa notícia é a Sessão de Discussão "A mobilidade e o setor dos Transportes", promovida pela Secção de Ambiente e Território do PS - FAUL e que constitui um marco relevante pela riqueza de contributos recebidos, ao nível nacional, concelhio e de freguesia, onde a co-modalidade foi a palavra de ordem, entre militantes e simpatizantes. 
Nesta newsletter fazemos ainda referência ao Encontro Nacional "Valorizar o Território", bem como a aposta do PS na prevenção de incêndios florestais e damos destaque à Carta da Igualdade, na qual a Secção de Ambiente e Território esteve presente, e que em vários dos seus 11 compromissos alude a questões de ambiente e território.  
Inicia-se também aqui um espaço de reflexão sobre a Economia Social pelo seu papel relevante em termos ambientais e territoriais. Estão convidados/as a participar.  

Um abraço fraterno, 
A Coordenadora, 
Cátia Rosas 
Governo não explica fundos estruturais
O Governo iniciou um périplo pelo país explicando as regras dos novos fundos comunitários, que totalizam 21,3 mil milhões de euros.
Tem sido anunciado pelo país a abertura das candidaturas a estes fundos. 
A nova data é no verão de 2015. Data politicamente conveniente para a maioria que ainda nos governa.
O que o Governo não consegue explicar nas sessões deste roadshow é porque é que as verbas disponibilizadas pela União Europeia (que tiveram o seu início em 1 de janeiro de 2014) tardam a chegar à economia real: às empresas, às universidades, aos municípios, aos atores sócio-económicos do país. 
Economia Social é parte da solução
Assumida como um elemento fundamental da concretização dos objetivos europeus em matéria de emprego, crescimento sustentável e coesão económica, social e territorial, a Economia Social é actualmente um dos pilares da Estratégia Europa 2020, e consequentemente no Acordo de Parceria Portugal 2020. Neste instrumento, prevê-se a criação de instrumentos financeiros públicos dirigidos ao investimento no empreendedorismo e economia social, bem como em projetos de experimentação social.
De facto, as organizações da Economia Social dispõem de uma maior capacidade para preservar os postos de trabalho e evitar perda de empregos durante ciclos económicos difíceis, desempenhando um papel importante no aumento da competitividade e de eficiência na economia europeia através da canalização de recursos inexplorados e dispersos para a atividade económica, mobilizando recursos a nível local, reforçando a cultura do empreendedorismo, eliminando a rigidez do mercado (“A Economia Social na UE”, Comité Europeu Económico-Social). 
Nota: As mais de 55 mil organizações da economia social portuguesa (cooperativas, mutualidades, misericórdias, fundações e associações e outras organizações) representam 4,7% do emprego e 2,8 do VAB nacional, de acordo com a Conta Satélite do INE para o sector. 
ENTREVISTA ANTÓNIO COSTA
PS apresentará a 6 de Junho o seu programa de Governo. Veja a entrevista na íntegra aqui: 
PS defende aposta na prevenção de incêndios florestais

O deputado do PS Miguel Freitas afirmou, durante o debate temático no Parlamento sobre a problemática dos incêndios florestais, que o Governo colocou “toda a ênfase” no combate aos fogos florestais, “quando se exigia que tivesse feito, simultaneamente, uma aposta irreversível e acelerada nas políticas florestais e na prevenção estrutural”. Toda a notícia aqui
Pedro Farmhouse na Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local. Acompanhe os trabalhos deste deputado socialista aqui.
Divulgue as iniciativas que realiza na sua secção em temas de Ambiente e Território: seccao_ambiente@ps.pt  
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Mais informações:
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Newsletters periódicas

A Secção de Ambiente e Território do PS-FAUL, como voz activa e participativa nas temáticas relacionadas com ambiente e território, tem apostado numa maior divulgação das iniciativas que promove e dos temas políticos que analisa. 
Em Dezembro lançou a publicação de uma newsletter periódica, que se passará também a publicar neste espaço. 
Se deseja receber a Newsletter, envie-nos um email (seccao_ambiente@ps.pt) com o assunto "Subscrever Newsletter". 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Bem-vind@s

10 anos é muito tempo, tal como dizia Paulo Carvalho. Desde a publicação do primeiro post do blog, em 2005, a Secção de Ambiente e Qualidade de Vida do PS evoluiu e renovou-se. Entre outros aspectos, considerou-se pertinente tornar explícito também o "Território", pelo que o seu nome passou a ser "Secção de Ambiente e Território - PS".

Permanece o traço de união entre todas e todos que sentem, interpretam e decidem o Ambiente e o Território, como premissas base de uma verdadeira Qualidade de Vida. 

Para memória futura, permanece o acesso ao caminho trilhado previamente. Basta aceder ao blog anterior aqui.

Sejam bem-vind@s.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Newsletter #3




A situação actual que se vive no País é desoladora, com a precariedade dos postos de trabalho e tantas famílias inteiras sem uma única fonte de rendimento. Quando noutros sectores, o emprego tem diminuído, é no Ambiente, que surge uma esperança renascida. De facto, tanto em Portugal como na Europa, apesar da crise financeira, têm crescido tanto o número de postos de trabalho como o volume de negócios em Ambiente. Esta é uma área que tem vindo a merecer crescente atenção, despontando cada vez mais financiamento e concursos que premeiam casos de sucesso nesta temática, tanto a nível nacional como internacional. Que o diga a Faculdade de Engenharia do Porto, que acabou de vender uma patente portuguesa que torna painéis fotovoltaicos mais eficazes, por €5 milhões.
A Secção de Ambiente e Território reconhece a importância das questões de Ambiente e Território para a promoção de uma verdadeira qualidade de vida. Estamos disponíveis para avaliar com as estruturas concelhias e locais, a sua realidade ambiental e territorial, partilhar meios de comunicação para ampliar as boas práticas ou os erros e propostas alternativas na prevenção e proteção do ambiente e território, em articulação com o desenvolvimento económico e social.
Por isso, temos vindo a promover a discussão em rede das principais questões e temos previstas mais. A próxima é já dia 19 de fevereiro, sobre a mobilidade que queremos para as nossas cidades.
Continuamos a acreditar que é fundamental trabalhar com as demais estruturas do PS e com todas as pessoas que queiram colaborar, fortalecendo o nosso Partido nas suas posições para o bem colectivo.

A Coordenadora

Cátia Rosas


Leia esta edição que pode consultar na íntegra aqui.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Newsletter #2




O Ano começa com notícias que nos desolam pelo desrespeito de direitos humanos e sobre as quais temos o dever de nos manifestar. Se as notícias apontam o atentado em Paris, muito inquietante é também a continuada violência do grupo Boko Haram na Nigéria, que matou mais de 2000 pessoas em 2015. Felizmente, reagiram ondas de solidariedade, pela vida, unindo culturas e religiões. Este tem de ser, por isso, o ano de oportunidades para a acção e contribuir para “O caminho para a dignidade até 2030: acabar com a pobreza, transformar vidas e proteger o planeta”.
Em termos de Ambiente e Território, assinalo alguns marcos, em particular a nova agenda internacional de desenvolvimento, focada na sustentabilidade, bem como a conferência do clima, em dezembro, em Paris, onde se espera a assinatura de um acordo mundial para reverter os efeitos da mudança climática. Na Europa, Portugal está entre os Países que serão mais afectados, especialmente com falta de água, estando a arrancar um projecto que visa a criação de Estratégias Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC).
Ainda a nível nacional, parabéns pelo desempenho de Portugal nas renováveis. Entretanto, já foi publicado o novo Orçamento de Estado (OE), acompanhado da Reforma Fiscal Ambiental. Apesar da aparente bondade da mesma, numa perspectiva de neutralidade fiscal, acaba por se revelar como o ónus de portugueses/as, para compensar pela diminuição da carga fiscal no OE. Além disso, se nesta reforma se penalizam os veículos mais poluentes, por outro, assiste-se a uma decrescente aposta na possível alternativa, uma rede de transportes públicos de qualidade, promotora de uma verdadeira mobilidade sustentável.
Se lhe interessam estes assuntos, acompanhe-nos por aqui e participe.Contamos consigo.

A Coordenadora

Cátia Rosas

Leia esta edição que pode consultar na íntegra aqui.